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18.08.2010
Licença
maternidade de 180 dias
já vigora em toda a microrregião
A
luta
do
Sinsep
pelo
direito
à
licença
maternidade
de
seis
meses
a
todas
as
mães
servidoras
acaba
de
ser
adotada
em
toda
a
microrregião.
No
dia
9 de
julho
o
prefeito
Felipe
Voigt
sancionou
a
Lei
1.805.
Desde
que
a
Lei
foi
promulgada
pelo
governo
Lula,
em
2008,
o
Sinsep
reivindica
aos
prefeitos
a
sua
aplicação.
Pela
ordem,
as
administrações
de
Massaranduba,
Guaramirim,
Jaraguá
do
Sul
e
Corupá
já
haviam
ampliado
em
60
dias
o
período
de
licença
maternidade,
totalizando
180
dias.
Em
Schroeder,
o
prefeito
resistia.
Neste
ano,
por
duas
vezes,
o
Sinsep
reuniu-se
com
Felipe
Voigt
e a
Câmara
de
Vereadores,
que
aprovaram
duas
indicações
em
favor
da
medida.
Finalmente
o
apelo
foi
atendido.

GISELLE E ISABELA |
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MELANI
E EMILY |
“Família é prioridade
na minha vida”
A cada duas horas durante o dia e de três em três horas à noite, Isabela Obenaus, nos seus 30 dias de vida, reclama o peito da mãe, Giselle Tomazelli Obenaus. “É uma relação de cuidado, uma proteção do vínculo familiar”, responde Giselle, ao falar da importância da licença maternidade de seis meses. Assistente Social na Prefeitura, desde 2004, Giselle comemora: “Tenho 50% a mais na licença, isso representa um avanço emocional para a criança, especialmente pelo aleitamento materno”.
Giselle entende a “relação de dependência do bebê nesta primeira fase: não por eu estar aproveitando para curtir, mas muito mais porque, assim, posso cuidar melhor”, compara. |
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“Ela cresce
como fermento”
Emily Luisa completou quatro meses de vida em 26 de julho e a mãe, Melani Zelfeld, estava pronta para voltar à Secretaria de Educação, onde trabalha como Supervisora Escolar. “Já tinha matriculado minha filha para o período da manhã, na Creche Rio Hern, e estava me organizando: minha irmã cuidaria à tarde e ficaria com ela até eu chegar”. Felizmente, veio a Lei. “Foi uma novidade grande, fiquei feliz, muito mais em relação à saúde, gripe “A”; agora, só voltarei em outubro, após o clima de inverno”, comenta Melani, lembrando que a Lei também desafoga o número de crianças na creche. A filha Emily “tem refluxo, não pega mamadeira nem bico,
e cresce como fermento”, diz a mãe, contente. |
CRISTIANE
E
LUIZA
“Benefício
deveria
ser
para
todas
as
mães”
A
assessora
de
esportes
Cristiane
Lawack,
32
anos,
está
feliz
da
vida
por
ter
a
chance
de
ficar
mais
tempo
com
a
filha
Luiza,
nascida
em
29
de
março.
A
alegria
da
mãe
é
devido
à
licença
maternidade
de
180
dias,
um
verdadeiro
avanço
que
vai
trazer
benefícios
incalculáveis
à
pequena
Luiza.
“É
importante
especialmente
para
ela,
que
ainda
depende
muito
de
mim.
Acho
que
todas
as
mães,
de
todas
as
categorias
profissionais,
deveriam
ter
a
mesma
chance”,
avalia
Cristiane,
que
é
mãe
pela
primeira
vez.
Ela
retorna
ao
trabalho
em
13
de
setembro.
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